Diante da morte, só resta o respeito

Padre morre após ser atingido por um Crucifixo em missa ao vivo no Equador

Diante da morte, só resta o respeito
Imagem Internet

Ante la muerte, solo queda el respeto

Hay algo sagrado en la muerte que debería detener cualquier palabra antes de ser dicha. No importa qué fe profesemos, qué ideales defendamos o qué opiniones tengamos sobre las instituciones: ante alguien que ha partido, somos todos iguales. Somos seres frágiles, que un día también llegaremos a ese umbral.

El Padre Patricio falleció haciendo lo que amaba: celebrando la Eucaristía, sirviendo a Dios en medio de su pueblo. Y aunque alguien no comparta esa fe, no comparte esa vocación, lo que sí puede compartir es el respeto por una vida entregada.

La libertad de pensamiento es sagrada, sí. Pero hay una libertad que termina donde comienza la dignidad ajena. Burlarnos de quien ha muerto no nos hace libres: nos hace pequeños. No demuestra inteligencia, demuestra indiferencia ante el dolor ajeno. Como bien se dice: no hace falta creer en Dios para saber que ante una persona que parte, lo mínimo que se debe ofrecer es silencio y respeto.

La fe no obliga a todos a creer, pero sí nos recuerda a todos que cada vida es un don. Y si no podemos orar, al menos seamos humanos. Que el respeto sea el lenguaje que nos una, incluso en medio de nuestras diferencias.

"El respeto por la dignidad humana no es cuestión de fe. Es cuestión de corazón."

Padre Patricio, que descanses en la paz de Aquel a quien serviste. Y que todos aprendamos a callar cuando no tengamos nada digno que decir.

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Hno carlos aguilar

Tradução: Professor Claudinei dos Santos Pereira

Diante da morte, só resta o respeito

Há algo de sagrado na morte que deveria conter qualquer palavra antes mesmo de ser dita. Não importa a fé que professemos, os ideais que defendamos ou as opiniões que tenhamos sobre as instituições: diante de alguém que partiu, somos todos iguais. Somos seres frágeis e, um dia, também chegaremos a esse limiar.

O Padre Patricio faleceu fazendo o que amava: celebrando a Eucaristia, servindo a Deus no meio do Seu povo. E, ainda que alguém não compartilhe dessa fé ou dessa vocação, pode, ao menos, compartilhar o respeito por uma vida dedicada.

A liberdade de pensamento é sagrada, sim. Mas existe uma liberdade que termina onde começa a dignidade alheia. Zombar de quem morreu não nos torna livres; torna-nos pequenos. Não demonstra inteligência, mas sim indiferença diante da dor do outro. Como bem se diz: não é preciso acreditar em Deus para saber que, diante de uma pessoa que parte, o mínimo que se deve oferecer é silêncio e respeito.

A fé não obriga ninguém a acreditar, mas nos recorda que cada vida é um dom. E, se não podemos rezar, sejamos, ao menos, humanos. Que o respeito seja a linguagem que nos une, mesmo em meio às nossas diferenças.

"O respeito pela dignidade humana não é uma questão de fé. É uma questão de coração."

Padre Patricio, que você descanse na paz daquele a quem serviu. E que todos nós aprendamos a silenciar quando não tivermos nada digno a dizer.

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Irmão Carlos Aguilar